Private Label Brazil e Anuga Select Brazil ampliam conexões e oportunidades de negócios

Private Label Brazil e Anuga Select Brazil ampliam conexões e oportunidades de negócios

Os visitantes terão acesso facilitado a ambas as feiras por meio de um serviço de transporte gratuito que interligará os dois eventos, separados por apenas 4 km de distância

A 8ª edição da Private Label Brazil, principal feira de marcas próprias e terceirização da América Latina, será realizada em parceria com a Anuga Select Brazil, referência global no setor de alimentos e bebidas. A colaboração visa potencializar as oportunidades de negócios para os participantes, criando um ambiente estratégico para networking qualificado e alianças comerciais.

Os visitantes terão acesso facilitado a ambas as feiras por meio de um serviço de transporte gratuito que interligará os dois eventos, separados por apenas 4 km de distância. Enquanto a Anuga Select Brazil acontece de 8 a 10 de abril no Distrito Anhembi, a Private Label Brazil será realizada nos dias 9 e 10 de abril no Pro Magno Centro de Eventos.

“Com essa parceria, estamos ampliando o alcance da Private Label Brazil e proporcionando um intercâmbio de visitantes e expositores altamente estratégico. Além disso, nossa programação de palestras e painéis será realizada no espaço da Anuga, permitindo que um público ainda maior tenha acesso a conteúdos de alta relevância sobre o setor de marcas próprias e terceirização. Ainda há um grande potencial inexplorado, e essa integração ajudará na expansão e consolidação das marcas próprias no Brasil”, declara Giulio Rossi, Diretor-Geral da Private Label Brazil.

Mercado de marcas próprias no Brasil e o impacto da parceria

A crescente demanda por produtos de marca própria reflete a evolução do comportamento do consumidor, que busca cada vez mais qualidade e economia. Segundo pesquisa da Nielsen, 34% dos lares brasileiros já consomem produtos de marcas próprias regularmente. De acordo com a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (Abmapro), esses itens oferecem uma economia média de 30% em comparação com as marcas tradicionais.

Apesar desse crescimento, a participação das marcas próprias no setor de supermercados no Brasil ainda é de aproximadamente 7%, enquanto na Europa esse índice ultrapassa 30%. A Private Label Brazil tem como um de seus objetivos ampliar esse mercado, promovendo conexões entre fabricantes e varejistas para fortalecer o setor.

“Os varejistas estão investindo cada vez mais na qualidade e inovação dos produtos de marca própria, tornando-os competitivos frente às marcas tradicionais. A melhoria na percepção do consumidor e estratégias eficientes de marketing e distribuição têm contribuído para o crescimento desse segmento. Com a consolidação desse movimento, a lealdade do consumidor tem se fortalecido, levando os varejistas a expandirem seus portfólios e categorias de produtos”, destaca Rossi.

Participe da Private Label Brazil, o evento que é pioneiro no setor de Marcas Próprias e Terceirização

A transformação na qualidade dos produtos de marca própria foi crucial para essa mudança de percepção. Rigoroso controle de qualidade, certificações específicas, novas tecnologias e embalagens mais sofisticadas contribuíram para que os consumidores percebessem esses produtos como equivalentes – e, em muitos casos, superiores – às marcas tradicionais.

“A segmentação do mercado tem permitido a criação de linhas premium e produtos voltados para nichos específicos, como orgânicos, veganos e funcionais. O avanço da tecnologia também tem facilitado a personalização e o aprimoramento dos produtos, tornando as marcas próprias cada vez mais competitivas e atrativas para os consumidores. Um dos pontos que chama atenção é também o cuidado com a embalagem, tanto que decidimos dedicar parte do espaço na feira para abordar essa questão. Esse item está diretamente relacionado à valorização do produto de qualidade”, explica Rossi.

Mesmo diante do crescimento acelerado, o setor ainda enfrenta desafios importantes, como a complexidade da cadeia de suprimentos, a garantia de um alto padrão de qualidade e a construção de uma identidade de marca forte. “Desenvolver estratégias sustentáveis para equilibrar custos operacionais, promover inovação e garantir diferenciação no mercado são fatores essenciais para conquistar a confiança dos consumidores e ampliar a presença das marcas próprias no Brasil”, finaliza Rossi.

SERVIÇO

Private Label Brazil 2025
Data: 9 e 10 de abril de 2025
Local: Pro Magno Centro de Eventos – São Paulo/SP
Mais informações: www.privatelabelbrazil.com.br

Anuga Select Brazil 2025
Data: 8 a 10 de abril de 2025
Local: Distrito Anhembi – São Paulo/SP
Mais informações: www.anuga-brazil.com.br

Coopavel entra no mercado da piscicultura com marca própria e expansão estratégica

Coopavel entra no mercado da piscicultura com marca própria e expansão estratégica

Decisão de entrar no mercado da piscicultura reflete a visão da Coopavel de diversificar as fontes de renda para seus associados e fortalecer a economia rural

O ano de 2025 marcou o início de uma nova era para a piscicultura no Paraná, com a Coopavel, uma das maiores cooperativas do estado, assumindo um papel de destaque nesse setor. No dia 6 de janeiro, a cooperativa deu um passo significativo ao adquirir um frigorífico de peixes com capacidade de abate de 50 toneladas por dia, consolidando sua entrada no mercado de tilápia. Esse movimento estratégico foi oficializado durante a 37ª edição do Show Rural Coopavel, realizado entre 10 e 14 de fevereiro em Cascavel, onde a cooperativa lançou sua marca própria de pescados.

A decisão de entrar no mercado da piscicultura reflete a visão da Coopavel de diversificar as fontes de renda para seus associados e fortalecer a economia rural. De acordo com Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, a iniciativa visa oferecer novas alternativas de produção aos produtores rurais, que tradicionalmente dependem de culturas como milho e soja. “Temos que apresentar alternativas de renda para os produtores rurais. O peixe é mais uma opção para aumentar a renda e fixar as famílias no campo, evitando o êxodo rural”, destacou Grolli.

Participe da Private Label Brazil, o evento que é pioneiro no setor de Marcas Próprias e Terceirização

 

A tilápia, principal espécie cultivada pelos integrados da Coopavel, já posiciona o Paraná como o maior produtor nacional desse pescado. A cooperativa planeja quadruplicar sua capacidade de abate nos próximos anos, expandindo sua atuação para outros estados. A produção está concentrada na região Oeste do Parná, onde a cooperativa já conta com uma estrutura moderna e eficiente para processamento e distribuição.

Paulo Cesar Dias Alves, gerente de Aquicultura da Coopavel, ressaltou a importância do lançamento da marca própria de filé de tilápia. “Hoje é um dia muito especial para a Coopavel. Estamos lançando oficialmente nossa marca, que já está presente nas grandes redes de mercados e em outros estados. Nossos planos são ambiciosos e visam ampliar ainda mais nossa participação no mercado”, afirmou.

A iniciativa da Coopavel recebeu apoio do governo do Paraná, que tem incentivado a piscicultura como uma cadeia produtiva estratégica para o agronegócio estadual. Anacleto Ortigara, ex-secretário da agricultura e atual secretário da Fazenda do Paraná, destacou a evolução tecnológica do setor e a importância da articulação entre cooperativas, empresas privadas e o poder público. “A piscicultura é fruto de muito trabalho e articulação. Com investimentos em tecnologia, genética e infraestrutura, o Paraná se consolida como um líder nesse segmento”, disse Ortigara.

Integração

A Coopavel também está atenta à demanda por integração de produtores rurais, incluindo aqueles que ainda não são associados à cooperativa. A proposta é oferecer suporte técnico e logístico para que os produtores possam diversificar suas atividades e aumentar sua rentabilidade. “Os produtores estão nos procurando para fazer essa integração, o que demonstra o potencial dessa nova cadeia produtiva”, completou Grolli.

Com investimentos em fábricas de ração, modernização de frigoríficos e apoio financeiro, a Coopavel está preparada para liderar a expansão da piscicultura no Paraná. A entrada da cooperativa nesse mercado não apenas fortalece a economia local, mas também reforça o compromisso da Coopavel com a sustentabilidade e a geração de oportunidades para as famílias rurais.

Nova protagonista na piscicultura paranaense

“Em 2025, a piscicultura ganha uma nova protagonista, e a Coopavel consolida sua posição como uma das principais forças do agronegócio brasileiro”, afirma o presidente do IFC Brasil, Altemir Gregolin. Ele destaca que a entrada da Coopavel no mercado da piscicultura reforça a liderança do Paraná como maior produtor e exportador nacional de peixes cultivados, com um sistema cooperativo verticalizado e altamente organizado.

“Visitei o Show Rural em Cascavel, capital da produção de peixes do Brasil. Esta região é um polo dinâmico, e temos notícias importantes nos últimos 90 dias, como a entrada da Cvale, da Primato, da LAR e, agora, da Coopavel, que adquiriu um frigorífico e promete ser grande nessa área. É um setor que cresce com alta produtividade e tecnologia, tornando-se referência nacional”, completa Gregolin, convidando todos para o IFC Brasil, que acontecerá de 02 a 04 de setembro em Foz do Iguaçu.

Em crescimento, atacarejo busca agora vender produtos de marca própria, diz analista

Em crescimento, atacarejo busca agora vender produtos de marca própria, diz analista

Laryssa Sumer, da XP, afirma que o formato vencedor no Brasil procura oportunidades para aumentar rentabilidade

Um relatório recém-divulgado pela XP sobre o varejo alimentar aponta que há uma tendência do atacarejo de se colocar em suas prateleiras marcas próprias. A deterioração macroeconômica impulsiona ainda mais esta iniciativa.

Laryssa Sumer, analista de varejo da XP, que participou do programa Morning Call da XP, explica que o atacarejo é um formato de vendas essencialmente de produtos alimentícios que no Brasil vem sendo vencedor.

Rentabilidade

“É o formato que mais cresce e é bem-sucedido no país”, afirmou. “Todos esses formatos de baixo custo, como eles operam a preços menores, eles acabam se aproveitando da marca própria para trazer maior rentabilidade para o negócio. Os players no Brasil já estão se aproveitando dessa oportunidade”, destacou.

Mas há desafios logísticos a serem vencidos com a implantação de produtos de marcas próprias pelo atacarejo, ressalta o relatório da XP.

Participe da Private Label Brazil, o evento que é pioneiro no setor de Marcas Próprias e Terceirização

Outro ponto abordado pelo documento refere-se ao avanço do e-commerce. A analista avalia que ao contrário do que se possa pensar, plataformas acabam sendo facilitadoras para as varejistas.

“As varejistas estão tentando entrar no universo digital, mas muitas vezes ela acaba tendo alguma dificuldade em penetrar nesse mundo online”, disse.

Plataformas digitais

“E a gente vê algumas plataformas digitais, como Mercado Livre e iFood, como bem posicionadas para capturar esse mercado digital como uma parceria das varejistas tradicionais. Essa é uma tendência do varejo alimentar brasileiro”, pontuou.

Uma outra tendência que se ensaia no varejo global é de os supermercados venderem medicamentos. “Aqui no Brasil há várias questões regulatórios que impedem isso”, esclareceu Laryssa Sumer.

“Mas nos Estados Unidos, o que se passa é que se constrói uma farmácia dentro do supermercado. Isso gera um investimento em pessoal porque tem que equipar a loja para vender medicamentos. Assim, o ganho (do supermercado) não seria de rentabilidade, mas de fidelidade do consumidor”, analisou.

Fonte: InfoMoney

Decathlon: a estratégia por trás da maior varejista esportiva do mundo e seus próximos passos

Com preços acessíveis, controle da produção e foco na experiência do consumidor, a Decathlon revolucionou o varejo esportivo e agora se prepara para uma nova fase de crescimento

A Decathlon é a maior varejista esportiva do mundo, operando em 76 países e com mais de 1.700 lojas. No Brasil, são mais de 50 unidades. Mas a abordagem no setor esportivo foge dos padrões seguidos por concorrentes como Adidas, Nike e Under Armour.

Diferente dessas marcas, a Decathlon não patrocina equipes esportivas de renome, não investe em marketing com influenciadores e não possui uma base de fãs fiel. Ainda assim, mantém a liderança global, impulsionada por uma estratégia centrada em acessibilidade e diversificação.

A empresa administra mais de 60 marcas próprias e atende a mais de 65 modalidades esportivas, o que permite um portfólio extenso de produtos a preços acessíveis.

A origem da Decathlon

A varejista foi fundada por Michel Leclercq, em 1976. A primeira loja foi aberta no estacionamento de uma unidade da Auchan, rede de supermercados criada por seu primo, Gérard Mulliez.

Inspirado na americana Sports Authority, Leclercq viu uma lacuna no mercado francês e decidiu criar uma empresa que reunisse equipamentos esportivos de diversas categorias em um só lugar.

Embora tenha deixado a gestão do grupo, o empresário ainda detém 40% das ações da companhia. Seu patrimônio é estimado em US$ 5,6 bilhões (aproximadamente R$ 33 bilhões).

Construir um império no varejo esportivo exigiu uma abordagem diferente. A Decathlon apostou em preços baixos e controle total da cadeia produtiva para crescer sem comprometer a margem de lucro.

Ao contrário de muitas empresas que reduzem preços inicialmente e os elevam após conquistar mercado, a Decathlon mantém preços acessíveis como um pilar estratégico. Para viabilizar essa política, trabalha com margens reduzidas e investe na otimização de custos.

Nos mercados em expansão, como China e Índia, a varejista estabeleceu centros de distribuição locais para minimizar despesas logísticas. Além disso, sua política de marketing é minimalista, evitando campanhas publicitárias de grande escala.

Outro diferencial é o foco em funcionalidade. A empresa prioriza qualidade e custo-benefício em detrimento do design sofisticado, o que reduz gastos com materiais e embalagens. Um exemplo disso é a decisão de eliminar caixas de sapatos por razões ambientais e logísticas.

As vendas digitais também ganharam espaço. Em 2023, 17,3% da receita da Decathlon veio do e-commerce, demonstrando o avanço da marca no ambiente digital.

Sustentabilidade e inovação

O compromisso da Decathlon vai além das vendas. A empresa promove iniciativas sustentáveis, como o programa Trocathlon, criado em 1986 para facilitar a troca de equipamentos usados entre consumidores.

No mesmo ano, lançou a plataforma Second Life, voltada à revenda de produtos de segunda mão. Essas ações refletem um esforço contínuo para reduzir desperdícios e promover a reutilização.

A companhia também se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 40% até 2030 e atingir emissões líquidas zero até 2050.

Além das práticas ambientais, a Decathlon tem se aproximado de eventos esportivos. Em 2023, tornou-se parceira oficial das Olimpíadas de Paris, apoiando equipes de 21 modalidades.

Cultura corporativa e engajamento interno

A empresa atribui parte de seu sucesso ao modelo de gestão voltado para autonomia e espírito esportivo. Jean-Marc Lemière, CFO da companhia, afirmou à revista Fortune que a Decathlon prioriza perfis profissionais alinhados ao propósito da empresa em vez de contratações baseadas apenas em conhecimento técnico.

Atualmente, a companhia emprega mais de 101 mil pessoas, sendo que quase metade são acionistas.
“Minimizamos hierarquias para incentivar o empreendedorismo em todos os níveis. Os funcionários que lidam diretamente com os clientes são os que têm mais insights sobre suas necessidades – por isso, devemos ouvi-los”, disse Barbara Martin Coppola, CEO da Decathlon, enfatizando a cultura horizontal da empresa.

Apesar da liderança no setor, a Decathlon enfrenta desafios competitivos significativos. Grandes marcas esportivas e outras varejistas especializadas dificultam sua expansão em mercados estratégicos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a empresa fechou lojas físicas durante a pandemia e manteve apenas as vendas online. Na Suécia, encerrou operações em 2024 devido à baixa demanda e ao aumento dos custos.

No Reino Unido, a varejista registrou um prejuízo de £ 2 milhões (aproximadamente R$ 14,7 milhões) no último ano fiscal.

A situação na Alemanha mostra um cenário mais otimista: a empresa levou 23 anos para se tornar lucrativa no país, mas agora apresenta crescimento sustentado. Já na Ásia, especialmente na China, a marca segue expandindo sua presença.

Em março de 2024, Barbara Martin Coppola anunciou um novo direcionamento estratégico para a empresa. O objetivo é fortalecer a conexão da marca com atletas iniciantes e profissionais, ampliando seu alcance para além do varejo tradicional.

A reformulação prevê lojas mais modernas e interativas, com uma experiência de compra intuitiva e envolvente. “A nova estrutura promoverá navegação eficiente, comparação fácil e uma experiência de compra memorável”, diz Coppola.

Com essas mudanças, a Decathlon busca se posicionar não apenas como uma varejista, mas como uma referência global no mundo dos esportes.

Fonte: Exame

O crescimento das marcas próprias no varejo

O crescimento das marcas próprias no varejo brasileiro

Entenda como essa opção segue crescendo mesmo em tempos de crise

A marca própria sempre foi uma excelente opção para quem busca economizar sem abrir mão da qualidade, atendendo aos requisitos e expectativas dos consumidores. Tanto que, para os produtores de marcas próprias, as crises sempre se mostraram verdadeiras oportunidades ao ponto de hoje conseguirem se estabelecer independente do cenário econômico.

Para manter a margem de lucro

Uma das grandes vantagens das marcas próprias é que, ao serem mais acessíveis, elas atendem às necessidades do consumidor e entregam a promessa de qualidade, ao mesmo tempo em que proporcionam maior margem para o dono da marca. Isso resulta na fidelização do cliente, que encontra esses produtos exclusivos apenas naquele ponto de venda. O fabricante também se beneficia, mantendo uma margem de lucro saudável.

Para Neide Montesano, presidente da Associação Brasileira de Marcas Próprias (Abmapro), este cenário é claramente visível, especialmente no setor farmacêutico, que cresce dois dígitos todos os anos. “O aumento também é perceptível com a entrada de mais empresas do varejo alimentar, que nos procuram para entender como funciona o mercado de marcas próprias”, explica a presidente.

Para ela, tempos de crise, como a atual inflação alta, há uma grande oportunidade, especialmente quando observamos a cesta básica. “Se considerarmos o aumento da inflação nessa cesta e trocarmos os produtos por marcas próprias, é possível economizar entre 20% e 30%. Assim, o consumidor consegue adquirir produtos de qualidade com um custo reduzido, tornando acessíveis itens que talvez ele não pudesse comprar”, recomenda.

Quanto à questão do preço, as marcas próprias tendem a ser mais baratas que as marcas tradicionais, pois não carregam os custos com marketing e comissões comerciais que as marcas tradicionais têm. Isso resulta numa redução de aproximadamente 20% no preço final para o consumidor.

“No entanto, também existem marcas de quarta geração, como o Taek e a linha Valor, que são produtos altamente diferenciados e inovadores, com valor agregado, e, portanto, não seguem a mesma lógica de preços. Embora ainda sejam mais acessíveis devido à redução de custos na cadeia produtiva, esses produtos se destacam pela inovação e não seguem as comparações tradicionais de preço”, explica.

Em 2006, as vendas de marcas próprias no Brasil eram de 1,6 bilhões; hoje, esse número atingiu 250 bilhões. Esse crescimento é notável em diversos canais de varejo, como alimentação, farmacêutico, pet, home center e até o canal de vestuário, onde a marca própria tem se expandido consideravelmente ao longo dos últimos 20 anos.

Fonte: Super Varejo

Como o design de embalagens de marca própria influencia as escolhas do consumidor

Como o design de embalagens de marca própria influencia as escolhas do consumidor

Por Steen Tjarks, CEO da T&T Design , uma agência global de embalagens e arte especializada em marcas próprias

Os produtos de marca própria têm tido um crescimento significativo globalmente, e vejo o design da embalagem desempenhando um papel crucial em seu sucesso.

À medida que as marcas competem pela atenção do consumidor, a maneira como os produtos de marca própria são projetados e apresentados nas prateleiras pode influenciar fortemente as decisões de compra. Na União Europeia, Estados Unidos e Austrália, preferências culturais, regulamentações e cenários de varejo moldam o design da embalagem de maneiras distintas, impactando, em última análise, o comportamento do consumidor.

Participe da Private Label Brazil, o evento que é pioneiro no setor de Marcas Próprias e Terceirização

Este artigo explora como as variações no design das embalagens afetam a tomada de decisão do consumidor nessas três regiões.

A UE: A tradição encontra a inovação moderna

Na Europa, produtos de marca própria são há muito tempo um item básico dos supermercados, particularmente em mercados como o Reino Unido, Alemanha e França. Acho que os consumidores europeus tendem a valorizar um equilíbrio entre estética e funcionalidade, com embalagens ecologicamente corretas se tornando uma prioridade crescente.

O design de embalagens europeu frequentemente enfatiza:

• Minimalismo e linhas limpas: A preferência por elegância discreta atrai uma base de consumidores sofisticados e preocupados com o preço. Redes de supermercados como Aldi e Lidl se destacam com designs de marca própria que são simples, mas eficazes, sugerindo qualidade sem complexidade desnecessária.

• Escolhas ecológicas: O design de embalagens na UE destaca cada vez mais a sustentabilidade, com marcas alavancando materiais reciclados e branding minimalista. Em alinhamento com regulamentações de sustentabilidade mais rigorosas da UE, estudos mostram que os consumidores europeus são influenciados por embalagens ecológicas, com 59% dos entrevistados agindo negativamente ao que consideraram uso excessivo de embalagens de plástico e 82% mais propensos a comprar um produto se ele vier em embalagem de metal.

• Identidade local e regional: as embalagens frequentemente incorporam elementos regionais, apelando ao sentimento de orgulho local em relação aos alimentos e produtos, um fator-chave no comportamento do consumidor da UE e ainda mais fortalecido por meio de projetos financiados pela UE .

Com base nesses insights, especialmente ao embalar produtos de marca própria para a UE, recomendo que você:

• Destaque a sustentabilidade na embalagem com um símbolo ou rótulo ecológico claro para atrair consumidores ambientalmente conscientes.

• Use designs simples e elegantes para comunicar qualidade sem sobrecarregar o cliente com informações.

• Incorpore elementos regionais na embalagem para se conectar com os mercados locais e criar uma sensação de autenticidade.

EUA: Designs ousados ​​e diferenciados para apelo de prateleira

Nos EUA, acho que o mercado de marcas próprias é fortemente impulsionado pelo apelo visual e diferenciação. Com um cenário de varejo competitivo dominado por grandes redes como Walmart e Kroger, as marcas próprias devem se destacar em um mercado lotado, onde a marca geralmente ocupa o centro do palco.

Nos EUA, os designs de embalagens são moldados por:

• Designs vibrantes e chamativos: os consumidores americanos respondem bem a cores fortes e elementos gráficos . As marcas próprias frequentemente imitam a estética de marcas nacionais, usando fortes dicas visuais para evocar confiança e reconhecimento. Por exemplo, a marca própria Up & Up da Target usa cores brilhantes e designs lúdicos, contrastando com a abordagem frequentemente minimalista vista na Europa.

• Alegações de saúde e bem-estar: As embalagens nos EUA tendem a exibir com destaque informações nutricionais e alegações de bem-estar, respondendo à demanda do consumidor por transparência. As embalagens que incluem rotulagem clara de produtos orgânicos, não transgênicos ou sem glúten influenciam diretamente as decisões de compra, com 60% dos consumidores dos EUA dizendo que tal rotulagem é essencial para sua escolha.

• Conveniência e clareza: também acho que os compradores americanos valorizam mensagens rápidas e claras nas embalagens. Os designs geralmente focam nos benefícios do produto, facilidade de uso e conveniência, com imagens do uso do produto dominando a frente da embalagem.

Com base nessas tendências específicas dos EUA, aqui estão algumas práticas recomendadas para embalagens de marca própria:

• Use cores e gráficos fortes para chamar a atenção, especialmente em ambientes de varejo competitivos.

• Comunique claramente os benefícios para a saúde com ícones e certificações (por exemplo, orgânico, não OGM) para atender à demanda por transparência.

• Concentre-se na conveniência das mensagens, destacando como o produto pode economizar tempo ou melhorar as rotinas diárias, usando imagens relacionáveis.

Austrália: Simplicidade com ênfase no valor

Na Austrália, vejo o design de embalagens de marca própria misturando elementos do minimalismo europeu e da vibração americana, mas com um foco distinto no valor. Os consumidores australianos são altamente conscientes do preço , e isso se reflete nas escolhas de design que os varejistas fazem para suas marcas de marca própria.

As principais tendências de design de embalagens na Austrália incluem:

• Estética econômica : Semelhante à UE, a simplicidade é essencial nas embalagens australianas. Marcas próprias como a linha Essentials da Woolworths focam em designs limpos e diretos que sugerem valor sem comprometer a qualidade. Os consumidores são atraídos por embalagens que comunicam claramente a acessibilidade.

• Sustentabilidade ganhando força: Embora não tão profundamente enraizada quanto na UE, a embalagem sustentável está se tornando um fator maior nas decisões do consumidor australiano. Embalagens que enfatizam materiais recicláveis ​​ou uso mínimo de plástico estão ganhando apelo , especialmente entre consumidores mais jovens.

• Branding claro para valor e confiança: os consumidores australianos, embora conscientes do preço, também buscam garantias de que o produto é de qualidade decente. Os designs de embalagem que equilibram essas duas mensagens — valor e confiabilidade — podem ter um bom desempenho no mercado.

Para equilibrar a necessidade dos consumidores australianos por uma marca clara que sinalize sustentabilidade e economia, você pode procurar:

• Mantenha os designs das embalagens simples e claros, garantindo que elas comuniquem valor e ainda pareçam confiáveis ​​e de qualidade decente.

• Comece a incorporar materiais de embalagem sustentáveis ​​para atrair consumidores ecologicamente conscientes, especialmente os mais jovens.

• Destaque os preços claramente na embalagem para garantir que a acessibilidade seja comunicada na prateleira.

O design de embalagens de marca própria desempenha um papel fundamental na influência das decisões do consumidor, mas a abordagem varia entre as regiões. Na UE, a sustentabilidade e a identidade regional dominam as tendências de embalagens, enquanto nos EUA, designs ousados ​​e diferenciados com mensagens claras de saúde têm precedência. Por fim, acho que a Austrália atinge um equilíbrio entre simplicidade e valor, com a sustentabilidade lentamente se tornando um fator mais significativo.

Ao adaptar estratégias de embalagem para atender às necessidades únicas dos consumidores em cada região, os varejistas podem aumentar a fidelidade à marca e impulsionar o crescimento. A embalagem não é apenas um invólucro — é uma parte crítica da experiência da marca, influenciando a confiança, a percepção e, finalmente, o comportamento de compra em todo o mundo.

Uma ótima embalagem é sinônimo de branding inteligente: faça-a valer a pena onde quer que seu mercado o leve.

Fonte: FORBES

 

62% dos consumidores acreditam que os produtos de marcas próprias oferecem a mesma qualidade das marcas tradicionais

62% dos consumidores acreditam que os produtos de marcas próprias oferecem a mesma qualidade das marcas tradicionais

Paralelamente, 86% dos brasileiros notaram uma redução no tamanho das embalagens de produtos sem que isso representasse queda no preço

O padrão de consumo dos brasileiros tem sido significativamente alterado por fatores como incertezas econômicas, pressões inflacionárias. No país, 81% dos consumidores entrevistados em uma pesquisa conduzida pela EY-Parthenon priorizam a busca pelo custo-benefício nas compras – índice acima da média global, de 72%.

Essa busca por economia também está transformando o mercado de marcas próprias. 62% dos consumidores acreditam que os produtos de marcas próprias oferecem a mesma qualidade das marcas tradicionais, e 32% afirmam estar satisfeitos com alternativas mais acessíveis, que imitam a oferta de marcas premium.

Paralelamente, 86% dos brasileiros notaram uma redução no tamanho das embalagens de produtos sem que isso representasse queda no preço, enquanto 59% só compram produtos de marcas conhecidas quando estão em promoção. Além disso, 64% dos brasileiros preferem consertar objetos ao invés de substituí-los.

O levantamento também expõe a preocupação dos brasileiros com questões financeiras e sociais: 83% pensam constantemente no futuro, 45% estão muito preocupados com suas finanças, 58% temem pela economia nacional e 35% se preocupam com o acesso a necessidades básicas.

Digital ajuda, mas é preciso ter cuidado

Neste panorama, a digitalização ganha destaque como parte essencial na experiência do consumidor. Quase metade dos brasileiros (48%) já se inscreveu em listas de varejistas em troca de descontos, enquanto 77% valorizam frete ou devoluções gratuitas como um diferencial em programas de fidelidade. Outras preferências incluem descontos exclusivos (61%) e sistemas de acúmulo de pontos (56%).

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Entretanto, a expansão das estratégias digitais traz consigo uma crescente preocupação com a segurança dos dados. No Brasil, 77% temem roubo de identidade, 71% estão muito preocupados com violações de dados e hackers, e 66% temem a exposição de informações privadas.

Além disso, questões relacionadas ao uso de cookies e privacidade também acendem o alerta: 75% dos brasileiros receiam que seus dados sejam armazenados de forma insegura, enquanto 72% temem ataques cibernéticos baseados em informações coletadas.

Segundo Natália Sperati, sócia de estratégia da EY-Parthenon para varejo e bens de consumo na América Latina, os números evidenciam que, embora o custo-benefício continue sendo um elemento central, as marcas precisam garantir ambientes seguros para transações e armazenamento de dados, pois o consumidor brasileiro valoriza tanto a economia quanto a proteção de suas informações pessoais.

Fonte: Mundo do Marketing

AmPm completa 33 anos e expande portfólio com marcas próprias e parcerias

AmPm completa 33 anos e expande portfólio com marcas próprias e parcerias

A AmPm aposta também no saudosismo de seus consumidores, com a volta dos clássicos burgers, sucesso na rede nos anos 90

Em celebração aos seus 33 anos, a AmPm reforça sua estratégia de diferenciação com a ampliação de seu portfólio de produtos e parcerias estratégicas com marcas renomadas. Desde 2023, a companhia renovou sua proposta de valor para se tornar líder em lojas de conveniência e entregar uma experiência diferenciada para o consumidor e franqueados. Isso incluiu a oferta exclusiva de produtos Pizza Hut, Oakberry, Mr. Cheney e Nathan’s, entre outras marcas.

Entre as dez maiores franquias do Brasil em 2023, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a AmPm aposta também no saudosismo de seus consumidores, com a volta dos clássicos burgers, sucesso na rede nos anos 90, que chegam agora com uma nova marca exclusiva: 93 Burger. São duas opções de sabores, American Burger e Classic Cheddar, que podem ser adquiridos individualmente ou em combos com as famosas batatas-fritas McCain.

“A rede AmPm também cumpre um papel importante na evolução da Ipiranga e seu conceito de posto completo e mercado de proximidade, que acompanha o dia a dia do consumidor em toda sua jornada de mobilidade. Além disso, com quatro centros de distribuição e cerca de 1.500 unidades espalhadas pelo país, a AmPm tem a musculatura necessária para viabilizar as inovações propostas com a qualidade tradicional da companhia”, explica Renato Stefanoni, presidente da AmPm.

“O projeto 93 Burger é muito especial por ser uma reedição de um dos hambúrgueres mais famosos do país e por resgatar e contar parte da história das lojas AmPm. A releitura do produto traz a nostalgia e mantém a autenticidade originais – tem o gosto da época, mas repaginado para atender às necessidades e ao bolso dos consumidores, já que chega ao ponto de venda por R$ 14,99 o combo com batata frita – melhor custo-benefício do mercado”, explica Stefanoni. O produto já está presente em mais de 200 lojas.

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“Além do fator novidade, o 93 burger traz diferenciação aos franqueados e foi pensado como uma operação simplificada e de custo reduzido, graças à nossa expertise de logística dos Centros de Distribuição da AmPm”, diz o presidente da AmPm.

A nova versão de pão na chapa é produzida com pão artesanal e receita exclusiva do chef Rogério Shimura. Para o franqueado, o produto se destaca pela simplicidade operacional, já que a loja precisa apenas aquecer o produto, e para o cliente, a experiência do pão na chapa perfeito para qualquer hora do dia. A novidade chega na rede durante o mês de outubro.

Para completar a oferta de produtos, a rede apresenta também a sua nova marca exclusiva, o Tizco, que chega com uma linha de batatas no estilo chips de alta qualidade e melhor preço para o cliente, que já está disponível nas lojas AmPm em todo o país. Outros itens, como snacks e salgadinhos, também entrarão para o portfólio da marca nos próximos meses, que deve reunir cerca de 12 produtos. Ainda neste ano, a AmPm vai trazer novamente seus panettones de Frutas e Chocolate com a marca exclusiva “Casa Altiva”, uma parceria com a “Casa Suíça”.

Segundo Renato Stefanoni, as novidades agregam valor tanto para o consumidor, quanto para o franqueado: “Sempre buscamos iniciativas que sejam especiais não só para a AmPm, mas também para quem está presente no dia a dia em nossas lojas. A expansão do nosso portfólio de produtos exclusivos é mais um passo para nos destacar no mercado, proporcionando ao consumidor e ao franqueado mais opções para tornar a sua experiência dentro da loja AmPm ainda mais completa”, explica.

Fonte: Marcas pelo Mundo

Raízen estuda vender sua participação nas lojas de conveniência Oxxo

Raízen estuda vender sua participação nas lojas de conveniência Oxxo

Gigante de energias renováveis avalia alternativas para levantar capital e reduzir a alavancagem da Cosan, disseram fontes à Bloomberg News; empresa não quis comentar

A Raízen, joint venture entre o grupo Cosan e a petrolífera Shell, está considerando a venda de uma participação em suas usinas de etanol de segunda geração (E2G) como forma de levantar recursos para novos investimentos e ajudar a Cosan, seu principal acionista, a reduzir o nível de endividamento.

A companhia também avalia a possibilidade de vender sua participação na operadora brasileira das lojas de conveniência Oxxo, que não é considerada um ativo estratégico para os negócios da Raízen, de acordo com fontes próximas ao assunto.

O operador brasileiro das lojas Oxxo é o Grupo Nós, uma parceria entre a Raízen e a mexicana Fomento Econômico Mexicano SAB, que administra a marca de lojas de conveniência em toda a América Latina. No entanto, os varejistas no Brasil enfrentam dificuldades diante da concorrência do comércio online e das altas taxas de juros, o que pode dificultar a venda dessa participação.

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No caso do negócio de E2G, a Raízen estuda a formação de uma parceria em uma nova unidade de negócios que reuniria todos os ativos relacionados, incluindo duas plantas já em operação. O novo parceiro entraria na joint venture ao aportar capital nessa nova unidade de E2G. Com isso, a Raízen poderia deixar de realizar os investimentos recorrentes que atualmente compromete a partir dos seus lucros.

A participação no negócio de etanol foi oferecida a fundos de investimento, segundo as fontes. O E2G é produzido a partir de matéria seca de plantas, também conhecida como biomassa lignocelulósica. A tecnologia proprietária da Raízen utiliza resíduos de cana-de-açúcar para aumentar em 50% a produção de etanol. Segundo uma apresentação disponível no site da empresa, a Raízen já possui cerca de US$ 4,48 bilhões em vendas contratadas.

A Cosan informou aos investidores que todas as opções estão sendo avaliadas para melhorar seu balanço, incluindo a venda parcial ou total de sua participação de 4,1% na Vale. A empresa também considerou vender o negócio de distribuição de combustíveis da Raízen na Argentina.

Fonte: Bloomberg Línea

Petland avança no ESG com a inauguração de suas primeiras lojas sustentáveis

Petland avança no ESG com a inauguração de suas primeiras lojas sustentáveis

As primeiras unidades da Ecobox serão abertas no Outlet Premium Imigrantes e no Outlet Premium São Paulo

A Petland avança na sustentabilidade do varejo pet com a inauguração das lojas Ecobox, seu novo modelo sustentável. A primeira unidade abrirá no próximo dia 30 de novembro, no Outlet Premium Imigrantes, e outra será inaugurada na primeira quinzena de dezembro, no Outlet Premium São Paulo.

Com 24 m², as lojas Ecobox são construídas com 2.000 blocos de plástico reciclado, fabricados pela Fuplastic, o que equivale à reciclagem de 1 tonelada de resíduos que, de outra forma, seriam descartados no meio ambiente. O evento de inauguração contará com a presença de influenciadores do segmento pet, uma feira de adoção e distribuição de brindes.

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“Estamos sempre em busca de soluções que tragam valor para os nossos clientes. Com a EcoBox, damos um passo significativo para transformar a experiência pet no Brasil, unindo conveniência, serviço personalizado, inovação e respeito ao meio ambiente”, destaca Rodrigo Albuquerque, CEO da Petland Brasil

Os blocos modulares são semelhantes a um “Lego gigante” e são produzidos a partir da reciclagem do polipropileno, um polímero termoplástico obtido por meio da polimerização do gás propileno ou propeno, que é moldado facilmente quando submetido a altas temperaturas. Este material provém de cadeiras, embalagens, peças automotivas, copos e brinquedos, por exemplo. Depois de usados, são separados, limpos e transformados em novos materiais sem que o desempenho e a qualidade sejam prejudicados.

“Com instalação rápida, em apenas um dia, o modelo de construção off-site permite que a loja seja instalada em locais estratégicos, como supermercados, academias, estacionamentos de shoppings e condomínios, ampliando as possibilidades de acesso a serviços de qualidade para animais de estimação. Estamos orgulhosos de iniciar essa parceria com a Petland, uma marca que compartilha nossos valores de respeito à natureza e ao bem-estar animal”, comenta Bruno Frederico, CEO da Fuplastic.

Compactas, as lojas sustentáveis da Petland têm capacidade para realizar até 600 serviços de banho por mês. Nelas, os consumidores também podem encontrar produtos para pets, como shampoos, brinquedos, tapetes higiênicos e petiscos. Cada franquia da Ecobox necessita de um investimento a partir de R$ 195 mil, com retorno financeiro projetado em até 20 meses.

Fonte: Mercado & Consumo