Vendas no varejo crescem 5,2% e têm melhor semestre em 24 anos

Em São Paulo, perfumaria teve melhor performance (21,2%), enquanto hiper/supermercados registrou resultado menor que o nacional (4,5%)

As vendas no varejo brasileiro cresceram 5,2% no primeiro semestre, com forte expansão até maio, mês que registrou recorde histórico na Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado da primeira metade de 2024 também foi o melhor desde o início da pesquisa, em janeiro de 2000.

No estado de São Paulo, o volume de vendas aumentou 5,3%, quase igual a média nacional – mas em alguns segmentos o estado ficou bem acima da média, como em itens de farmácia/perfumaria, informática e combustíveis.

O gerente da pesquisa, Cristiano Santos, lembra que artigos farmacêuticos (o que inclui perfumaria e produtos de beleza) e hiper/supermercados são duas atividades com crescimento constante no país, mas impulsionados também por datas comemorativas.

 

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No país, esses segmentos registraram alta de 14% e 6,6%, respectivamente, no primeiro semestre, sobre igual período do ano anterior. Em São Paulo, perfumaria teve melhor performance (21,2%), enquanto hiper/supermercados registrou resultado menor que o nacional (4,5%).

“A atividade de artigos farmacêuticos tem crescimento praticamente contínuo ao longo dos anos. Não é caso de perfumaria e cosméticos, mais sujeita a oferta e demanda.”

No estado de São Paulo, o segundo lugar em vendas no varejo fica com equipamentos de escritório/informática: expansão de 16,9% (3% no país). Santos observa que esse setor, de eletrônicos, é muito sensível ao dólar, que subiu no primeiro semestre. Mesmo assim, as vendas de importados cresceram. Em parte, analisa o gerente da pesquisa, por promoções realizadas por comerciantes.

Outra diferença entre os resultados nacionais e os de São Paulo está no segmento de combustíveis e lubrificantes. Enquanto no país as vendas caíram no semestre (-1,9%), no estado houve crescimento (6,5%). “É um setor com altos e baixos, muito ligado ao fenômeno da safra. E em São Paulo os produtores estão mais próximos do escoamento.”

Rebote

De maio para junho, o resultado geral do varejo aponta retração de 1,1%, um “efeito rebote” após meses de expansão, segundo o gerente. Para Santos, o repique da inflação, em maio e junho, também pode ter ocasionado a queda nas vendas.

A inflação (IPCA) fechou em 0,46% em maio e em 0,21% em junho. Ele também afirmou que fica a dúvida sobre a oferta de crédito para os próximos meses, depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central interrompeu a política de queda dos juros. O Copom se reunirá novamente em 17 e 18 de setembro. “A manutenção da taxa pode significar retração do crédito”, disse.

Fonte: Associação Comercial de Campinas 

Rede de farmácias Grupo Total cria nova empresa com foco em marca própria

Rede de farmácias Grupo Total cria nova empresa com foco em marca própria

O segmento de marcas próprias ganha protagonismo no projeto de crescimento do Grupo Total. A rede de farmácias associativistas estruturou uma empresa exclusivamente para gerenciar os produtos da categoria. A categoria já movimenta R$ 24 milhões nas lojas da Drogaria Total e Drogaria Total Popular.

Números de mercado balizam os planos do grupo. De acordo com a Associação Brasileiras de Marcas Próprias e Terceirização (Abmapro), o consumo de artigos do gênero cresceu 59% em 2023 na comparação com o ano anterior e já integra a cesta de compras de 34% dos lares brasileiros.

Bemme chega com 19 SKUs

Com sede administrativa em Ribeirão Preto (SP), a nova empresa chama-se Bemme e reúne 19 SKUs, incluindo a linha de suplementos alimentares Longix e outros produtos exclusivos, entre os quais fraldas e lenços umedecidos. A produção será terceirizada e a distribuição ficará a cargo da Coopertotal, cooperativa de compras do Grupo Total.

“Recentemente também lançamos nossa linha de suplementos esportivos, a Full Performance . E até o fim do ano a expectativa é lançarmos mais de 30 produtos voltados à higiene oral e à cosmética. Além do CNPJ próprio, estamos constituindo uma equipe dedicada a essa área”, revela a diretora de negócios Débora Rosa .

As operações desse departamento serão conduzidas pelo head comercial Reinaldo Ambrosano , com larga experiência em projetos de terceirização e industrialização de produtos. O executivo projeta, até 2025, um crescimento superior a 50% no faturamento com marca própria.

 

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“A categoria atende a um público que valoriza a economia no consumo, mas sem abrir mão da alta qualidade. E para desenvolvê-la, a farmácia desponta como ambiente mais promissor, por ter se firmado como um hub de saúde, conveniência e bem-estar”, complementa.

Fonte: Guia da Farmácia

Lojas Americanas lança marca própria de higiene pessoal

Varejista Lojas Americanas incrementa portfólio e lança marca própria de higiene pessoal

São Paulo (Reuters/EP) – A varejista Lojas Americanas incrementou o portfólio de marca própria com o lançamento da Basic+ Care, de higiene pessoal, dentro da estratégia de investir em produtos de consumo regular e de baixo custo.

A nova linha contará com itens como fraldas, toalhas umedecidas e absorventes, ofertados em todas as mais de 860 lojas da companhia no país. Segundo o diretor financeiro da Lojas Americanas, Murilo Correa, a ideia é oferecer produtos exclusivos e com preço competitivo ao consumidor.

“É também uma forma de ampliar nossa atuação no mercado varejista, criando maior sortimento e fidelização”, acrescentou o executivo, sem revelar o investimento na marca.

A indústria brasileira de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos deve crescer 11,8% em 2014 sobre o ano passado, para um faturamento de 42,6 bilhões de reais, segundo números recentes da associação do setor, Abihpec.

 

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Atualmente, a Lojas Americanas contam com 12 marcas próprias, responsáveis por mais de 4.500 produtos, incluindo roupas da Basic+, utensílios domésticos da Casual Home e artigos de Natal da Christmas Traditions, esta última sendo a marca própria mais antiga da empresa, lançada em 1995.

Fonte: Fashion Networking 

Mars fecha acordo de US$ 36 bilhões para comprar a fabricante de Pringles

A oferta em dinheiro é a maior aquisição já feita pela Mars

A Mars, empresa que produz desde goodies até alimentos para animais de estimação, fechou um acordo de US$ 36 bilhões (£ 28 bilhões) para comprar a Kellanova, fabricante de Pringles e Pop-Tarts.

A oferta em dinheiro, anunciada recentemente, é a maior aquisição já feita pela Mars, empresa privada, superando em muito a aquisição de US$ 23 bilhões da fabricante de chicletes Wrigley em 2008.

O acordo pode atrair a atenção dos órgãos de fiscalização da concorrência, pois reúne marcas de bens de consumo conhecidas, como Twix, Bounty e Milky Means, da Mars, com Pringles, cereal Particular Okay e biscoitos aquáticos da Carr’s, da Kellanova.

No entanto, especialistas disseram que a sobreposição limitada entre os produtos das duas empresas significa que o acordo provavelmente receberá sinal verde.

 

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Poul Weihrauch, presidente-executivo da Mars, disse: “Ao receber o portfólio de marcas globais em crescimento da Kellanova, temos uma oportunidade substancial para a Mars desenvolver ainda mais um negócio de lanches sustentáveis ​​e adequados para o futuro.

“Honraremos a herança e a inovação por trás das incríveis marcas de lanches e alimentos da Kellanova, ao mesmo tempo em que combinamos nossos respectivos pontos fortes para oferecer mais opções e inovação aos consumidores e clientes.”

Mars disse que o acordo, que está sujeito à aprovação dos acionistas e reguladores da Kellanova, expandiu seu portfólio de marcas relacionadas à saúde e bem-estar com apelo a consumidores mais jovens e ajudou a atender às demandas em mercados de rápido crescimento, como África e América Latina.

A Kellanova tem cerca de 23.000 funcionários e registra vendas anuais de US$ 13 bilhões em 180 mercados internacionais.

Steve Cahillane, presidente e diretor executivo da Kellanova, disse: “Esta é uma combinação verdadeiramente histórica com um ajuste cultural e estratégico convincente.”

A WK Kellogg Basis Belief e os acionistas de longa information, a família Gund, se comprometeram a votar ações que representam quase 21% das ações da Kellanova em favor do acordo.

Isso acontece quando as marcas de alimentos buscam maneiras de ganhar escala ou cortar custos. Isso é para ajudar a compensar o impacto da inflação e da ação world do governo para controlar o advertising de lanches ricos em gordura, sal e açúcar, bem como o esperado impacto na demanda devido à crescente popularidade de medicamentos para perda de peso.

Kellanova ajuda a Mars a diversificar seu portfólio de marcas baseadas em chocolate, vistas como mais vulneráveis ​​à queda na demanda, com salgadinhos e guloseimas com uma imagem mais saudável, como NutriGrain, ao mesmo tempo em que lhe dá mais exposição aos mercados internacionais.

As marcas ficaram sob pressão à medida que os consumidores passaram a usar marcas próprias de supermercados ou opções mais baratas em meio ao aumento do custo das contas de energia, hipotecas e outros itens essenciais.

A Kellanova foi separada da WK Kellogg Co em outubro passado. Ela vende lanches nos EUA e ao redor do mundo, e cereais incluindo Corn Flakes, Frosties e Rice Krispies fora da América do Norte.

A empresa controladora unique, WK Kellogg, ficou com seu negócio de cereais na América do Norte, incluindo marcas como Froot Loops e Raisin bran.

A Mars, sediada em McLean, Virgínia, foi fundada por Frank C Mars, que começou a fazer e vender doces de creme de manteiga em sua cozinha em Tacoma, Washington, em 1911. O negócio, agora world, teve US$ 47 bilhões em vendas anuais em 2022.

 

Fonte: Séries do Momento

Marcas próprias ganham impulso com apoio de grandes varejistas nos Estados Unidos

As marcas próprias representaram 21,9% das vendas no varejo de alimentos no primeiro semestre de 2024

Um estudo recente da Numerator, destacado pela Baking Business, mostra que as marcas próprias estão conquistando um espaço significativo nas compras de alimentos nos Estados Unidos. Grandes varejistas, como Aldi, Trader Joe’s, Costco e Walmart, estão na vanguarda desse crescimento, com suas marcas próprias, como Great Value (Walmart) e Kirkland Signature (Costco), mostrando forte penetração nos lares americanos.

De acordo com o estudo, as marcas próprias representaram 21,9% das vendas no varejo de alimentos no primeiro semestre de 2024. Esse aumento na participação de mercado é atribuído principalmente ao fato de que os consumidores estão procurando alternativas mais acessíveis em tempos de inflação persistente. No entanto, a qualidade das marcas próprias continua sendo uma preocupação para muitos compradores, com 41% dos entrevistados acreditando que a qualidade dos produtos de marca própria é inferior às marcas nacionais.

Além disso, o estudo revelou que o crescimento das marcas próprias não se limita a apenas alimentos básicos; há uma diversificação significativa nas categorias de produtos oferecidos, incluindo alimentos frescos e produtos de consumo rápido. Varejistas como Costco têm se destacado ao focar em categorias específicas, como produtos orgânicos e alimentos premium, utilizando sua marca própria para atrair consumidores que buscam qualidade a preços mais baixos.

Esses dados destacam a crescente importância das marcas próprias na estratégia dos grandes varejistas dos EUA, com impactos significativos nas escolhas de consumo e na dinâmica do mercado.

Para mais detalhes, consulte o artigo completo na Baking Business.

Setor da indústria de alimentos confirma investimento de mais de R$ 120 bilhões até 2026

Setor da indústria de alimentos confirma investimento de mais de R$ 120 bilhões até 2026

Anúncio foi realizado em reunião do presidente Lula com a Associação Brasileira de Alimentos (ABIA). Na ocasião, o ministro Fávaro destacou o crescimento de oportunidades do Brasil no mercado exterior

A indústria alimentícia confirmou, nesta terça-feira (16), o investimento de R$ 120 bilhões no Brasil até o final de 2026. O anúncio foi feito pela Associação Brasileira de Alimentos (ABIA), em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Do valor total, aproximadamente R$ 75 bilhões serão destinados à ampliação e modernização de plantas, além da construção de novas unidades em todo o Brasil. Já os outros R$ 45 bilhões serão para novas máquinas, equipamentos e investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

“Meu otimismo se comprova com anúncios como este. O setor que representa 10,8% do PIB e exporta para 190 países voltou a investir no nosso país. É o resultado da volta do Brasil ao cenário global e do aumento do poder de compra dos brasileiros, com o retorno das políticas sociais e com a geração de empregos, também impulsionada pelo setor de alimentos”, destacou o presidente Lula.

Já o vice-presidente pontuou que os investimentos anunciados pela ABIA vão de encontro com duas medidas do governo do presidente Lula. A primeira é a depreciação acelerada e a segunda é o programa Brasil Mais Produtivo, que apoia micro, pequenas e médias empresas de todo o Brasil na jornada de produtividade e transformação digital de seus negócios.

O ministro Fávaro destacou que o Brasil está se confirmando como um supermercado para o mundo ao se consolidar como um grande produtor de alimentos. Explicou ainda que com esta oferta é possível gerar mais renda e emprego dentro do país. Também evidenciou o crescimento brasileiro no mercado exterior.

“Essa reunião reflete a todos nós o momento espetacular que estamos, restabelecendo o Brasil nas relações diplomáticas. Fazendo um balanço, já abrimos 160 novos mercados desde o início de 2023, em 54 países. E certamente vamos ampliar ainda mais esses números”, disse Fávaro.

O presidente executivo da ABIA, João Dornellas, realçou a importância do anúncio e oportunidades. “O Brasil se consolidou em 2023 como maior exportador de alimentos industrializado do planeta. Essa reunião veio para confirmar ao governo a aposta que a indústria brasileira de alimentos faz no país. Nós continuamos apostando na potencialidade do nosso país”.

Mercado externo

As exportações do agronegócio brasileiro, em 2023, atingiram um recorde de US$ 167 bilhões, representando um aumento de cerca de 5% em relação a 2022. Com 49%, o setor foi responsável por quase metade de todas as exportações brasileiras.

Com as novas negociações bilaterais e o reconhecimento internacional da qualidade e do controle sanitário e fitossanitário dos produtos nacionais, o Brasil, desde o início do governo Lula, já abriu 160 novos mercados em 54 país, distribuídos pelos cinco continentes.

 

 
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Neste mês entra em vigor novas regras de rotulagem para embalagens de café

Neste mês entra em vigor novas regras de rotulagem para embalagens de café

Para o Instituto de Embalagens, nova rotulagem das embalagens de café desempenhará um papel essencial na orientação dos consumidores, além de se conectar ainda com as suas necessidades

Com alterações aprovadas em 2023, os padrões de classificação para o café torrado comercializado no Brasil, estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, a partir da portaria 570, devem entrar em vigor a partir de julho deste ano. Com um ano e meio para se adequar, a indústria nacional pretende aumentar o consumo interno de sacas de café – em 2023, foram mais de 21 milhões de sacas de 60kg, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café.

Com o objetivo de monitorar a qualidade do produto entregue aos consumidores, os novos rótulos buscam garantir a qualidade do café torrado. Algumas mudanças poderão ser percebidas diretamente pelo consumidor, já que estarão expostas nas embalagens, como: a tipo de café, o ponto de torra e a denominação “fora de tipo”, caso o produto não consiga atingir os padrões mínimos de cafeína, extrato aquoso e a nota de qualidade global da análise sensorial oficialmente estabelecidos.

E como isso impacta o consumidor? Na análise da diretora do Instituto de Embalagens, Assunta Napolitano Camilo, as alterações nas embalagens são importantes para melhor direcionar o consumidor. “A rotulagem de embalagens de café desempenha um papel essencial na orientação dos consumidores, fornecendo informações importantes sobre a origem, qualidade, frescor e características nutricionais do produto, permitindo que façam escolhas de acordo com suas preferências e necessidades individuais”, destaca a diretora.

Assunta ainda ressalta que a indústria, principalmente no setor de alimentos, precisa caminhar para se conectar com as necessidades dos consumidores. “Os consumidores estão cada vez mais interessados em saber o que estão consumindo e de onde vêm os produtos. Rótulos claros que fornecem informações detalhadas sobre os ingredientes, processos de fabricação, origem e impacto ambiental do produto ajudam a satisfazer essa demanda por transparência. As empresas têm que investir em rotulagem transparente e informativa, fornecendo detalhes sobre os produtos que vão além dos requisitos regulatórios mínimos”, informou.

A responsabilidade pela venda de produto adulterado será compartilhada entre os produtores de café e o varejo. Na prática, essa medida deve coibir a venda de produtos irregulares e elevar o padrão de qualidade do café. “Examine cuidadosamente a embalagem e os rótulos dos produtos em busca de sinais de autenticidade, como logotipos, hologramas, códigos de barras, selos de qualidade e certificações. Preste atenção em qualquer sinal de adulteração, como embalagens danificadas, rótulos mal impressos ou selos ausentes”, indica Assunta.

Os consumidores estão cada vez mais interessados na história por trás do café que consomem. A nova rotulagem das embalagens é uma oportunidade para explorar o design para destacar a origem do café, incluindo informações sobre a região de cultivo, fazenda ou cooperativa, e as histórias por trás da produção. “A sustentabilidade das embalagens é uma tendência crescente, com marcas optando por materiais de embalagem recicláveis e que usem reciclados, bem como por embalagens reutilizáveis”, observa Assunta.

Além disso, segundo ela, a segurança com o uso de tampas mais seguras ou com lacres evidentes, bem como a conveniência de tampas que permitem o refechamento, e embalagens que após podem ser utilizadas para outros fins. são outros fatores que impactam na escolha dos consumidores.

 

 
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Sam’s Club fortalece marca própria para disputar os descontos

A criação das marcas próprias tem sido uma estratégia cada vez mais usada por supermercados e lojas de departamento para atrair os consumidores com os preços baixos

O clube de compras Sam’s Club — parte do grupo Walmart — está aprimorando a sua linha de fabricação própria interna, a Member´s Mark, para passar a ter preços mais acessíveis.

Os produtos da marca são responsáveis por cerca de 30% das vendas da varejista nos EUA, representando US$ 86 bilhões em vendas.

A lógica por trás… A criação das marcas próprias tem sido uma estratégia cada vez mais usada por supermercados e lojas de departamento para atrair os consumidores com os preços baixos.

Isso porque as lojas gastam menos produzindo, pois não há custo de distribuição e marketing.

Fora isso, como supermercado, elas conseguem ver quais produtos têm vendido mais das outras marcas e simplesmente replicá-los.

Numbers don´t lie: As vendas de marcas próprias aumentaram 34% entre 2019 e 2023, movimentando US$ 236 bilhões no ano passado — movimento impulsionado inclusive pela Gen Z.

Curiosidade: A marca que mais vende no mundo é a Kirkland, da concorrente do Sam’s, Costco, que registrou um faturamento de US$ 176 bilhões em 2023.

Fonte: The News

 

 
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Varejo brasileiro está mais otimista que o norte-americano, aponta KPMG

Varejo brasileiro está mais otimista que o norte-americano, aponta KPMG

Segundo o estudo da consultoria, as vendas nos Estudos Unidos registraram um declínio de 0,8%, o maior em quase um ano

Enquanto os EUA enfrentam um declínio nas vendas no varejo, impulsionado por preocupações inflacionárias e incertezas econômicas, o setor no Brasil projeta um cenário mais otimista, com expectativas de aumento do consumo e melhoria nas condições de vida. A conclusão é do estudo “Cenários de Vendas no Varejo”, feito pela KPMG. O documento compara o mercado de varejo do Brasil e dos Estados Unidos, citando dados e índices dos dois países.

Segundo a publicação, em janeiro de 2024, as vendas no varejo norte-americano registraram um declínio de 0,8%, o maior em quase um ano. Esse resultado foi ocasionado por quedas nas vendas de veículos automotores, postos de gasolina e lojas de materiais de construção.

Por outro lado, as vendas no comércio varejista dos Estados Unidos tiveram um aumento de 0,6% em 2023, em relação a 2022, aproximadamente um terço (35%) do crescimento do varejo brasileiro, o qual atingiu 1,7% no mesmo período.

“O Brasil, apesar de enfrentar períodos de volatilidade econômica, tem visto um aumento no otimismo do consumidor, que se reflete no maior entusiasmo dos potenciais investidores. Esse sentimento positivo é impulsionado por expectativas de melhoria nas condições econômicas e sociais, embora o mercado nacional também tenha enfrentado algumas dificuldades”, diz Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Outros indicadores importantes do setor analisados no estudo são a inflação e os juros dos dois países: nos Estados Unidos, a inflação medida pelo Personal Consumption Expenditures (PCE), que é um indicador importante, deve sair de 3,4% (projeção para o final de 2023) e chegar a 2,4% até o final de 2024.

Já no Brasil, a projeção para o IPCA é de 3,89% para 2024. Esse percentual está abaixo do teto da meta oficial de inflação para 2023, que é de 4,75%, e dentro da meta para 2024, que é de 3,5%.

Quanto à taxa básica de juros (Selic), que é definida pelo Banco Central, a projeção é de leve declínio, devendo chegar a 9% até o fim do ano. Em dezembro de 2022, a Selic estava em 13,75%; caiu durante o ano, fechou 2023 em 11,75% e, em janeiro de 2024, decresceu meio ponto percentual, chegando em 11,25%.

“Olhando para o futuro, é crucial monitorar de perto os desenvolvimentos nos Estados Unidos e no Brasil. Nos EUA, o desempenho do mercado de trabalho e as políticas de combate à inflação terão um impacto significativo nas tendências de consumo. No Brasil, as reformas econômicas serão fatores-chave a serem considerados”, analisa Fernando.

Fonte: Mercado & Consumo

 

 
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Bianca Andrade investe R$ 30 milhões em marca própria e espera retorno de R$ 120 mi até o fim do ano

A Boca Rosa Beauty será lançada oficialmente em uma live no dia 25 de junho

A influenciadora Bianca Andrade, de 29 anos, investiu R$ 30 milhões para o relançamento da sua marca Boca Rosa Beauty, agora vinculada apenas ao seu nome. Anteriormente, a marca de maquiagem estava disponível no mercado em uma parceria com a francesa Payot. Nesta nova fase, a expectativa da empresária é conseguir um retorno de R$ 120 milhões até o final do ano.

A Boca Rosa Beauty será lançada oficialmente em 25 de junho em uma live, mas já causa burburinho nas redes sociais. Os internautas comentaram à exaustão a nova identidade visual divulgada por Bianca, no início deste mês. A divulgação da marca, inclusive, é feita desde o final do ano passado, quando a influenciadora contou em um podcast sobre o encerramento da parceria com a Payot.

Segundo sua equipe, os R$ 30 milhões investidos contempla todos os processos para a estruturação da marca, como pesquisa, desenvolvimento, produção, logística, distribuição e marketing. O e-commerce próprio da Boca Rosa venderá para todo o Brasil, com o suporte de três centros de distribuição – em São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. Além disso, a marca será comercializada em grandes lojas de beleza e vestuário como Sephora, Renner, Riachuelo e C&A, além do canal farma e perfumarias do País, como Panvel, Venâncio, Ikesaki, Sumirê, Soneda, entre outros.

“Queremos ir além da venda de maquiagem por indulgência e começar a propor de fato soluções para o cotidiano da mulher que está correndo atrás de seus sonhos. Teremos produtos de extrema qualidade, preço acessível e facilidade no uso, nos conectando com o dia a dia do nosso público”, afirma Bianca, CEO da holding Boca Rosa Company.

Para a live de lançamento foram mais de 800 mil produtos produzidos. Apenas para os meses de junho e julho, a empresária já espera conseguir o retorno do que foi investido. Além da linha de estreia, a marca já tem mapeados outros lançamentos em novas categorias para o segundo semestre.

A marca ainda pretende disponibilizar a maior gama de cores na linha de pele entre as marcas brasileiras. Esta parte da criação foi feita com a consultoria do maquiador profissional Tassio Santos, conhecido pela produção de conteúdo sobre maquiagem para pele negra, ativista de pele e escritor. 

A empresa afirma que o tíquete médio dos produtos Boca Rosa será de R$ 89. A intenção de Bianca Andrade é se tornar “referência o segmento de beleza, para competir de igual para igual com marcas internacionais”.

Confira a reportagem no portal Terra

 

 
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