Assaí lança oficialmente sua marca própria e pretende adicionar cerca de 175 itens ao portfólio até o final do ano

Assaí lança oficialmente sua marca própria e pretende adicionar cerca de 175 itens ao portfólio até o final do ano

O Assaí, 2º maior varejo alimentar do Brasil, lançou oficialmente sua marca própria. Atualmente com 25 itens, a meta é fechar 2026 com cerca de 200 produtos no portfólio, uma expansão de 700%.

Entra também na estratégia da companhia itens sazonais como, por exemplo, o pão de alho e o mix de amendoins, que levam as cores da bandeira na embalagem e foram pensados para o consumo dos torcedores durante a Copa do Mundo.

A saudabilidade também é contemplada nos planos da empresa, com alguns itens sem glúten e sem lactose na fila dos lançamentos já para este ano.

Fonte: SA+ Mais Varejo

Varejo de proximidade acelera expansão em estações de metrô de São Paulo

O movimento busca transformar estações em hubs de conveniência e ganhou fôlego com anúncios recentes de redes como Carrefour, Hirota e Oxxo

O varejo alimentar está intensificando seus investimentos em pontos estratégicos de transporte público para capturar o consumidor em trânsito. O movimento busca transformar estações em hubs de conveniência e ganhou fôlego com anúncios recentes de redes como Carrefour, Hirota e Oxxo. O foco dessas operações é oferecer agilidade e um mix de produtos voltado ao consumo imediato, aproveitando o fluxo de milhões de passageiros que circulam diariamente pela malha ferroviária.

Oxxo

O Oxxo consolidou sua presença no setor ao inaugurar, em abril de 2026, suas primeiras unidades em estações e terminais de São Paulo, abrangendo pontos como Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Penha, Vila Ré e a estação Mendes Vila Natal.

A rede, agora operada integralmente pela Femsa, projeta a abertura de 100 novas lojas ao longo de 2026 no estado de São Paulo, buscando atingir o ponto de equilíbrio da operação. Com foco em combos de café da manhã e snacks, a marca atrai o passageiro que busca otimizar o tempo de deslocamento, transformando a passagem pelo transporte público em uma oportunidade de reposição rápida de itens essenciais.

Hirota

O Grupo Hirota também projeta a abertura de uma loja do Hirota Food Express no Terminal Carrão Sul, integrada ao sistema de transporte da capital paulista. A rede já possui experiência no setor com uma unidade na estação Eucaliptos, da Linha 5-Lilás, inaugurada em 2019.

Com previsão de nova inauguração para os próximos meses, o espaço terá o setor de alimentação e cafeteria como principais pilares, visando atender a demanda por refeições rápidas e lanches. A estratégia faz parte de um plano de expansão agressivo para 2026, que prioriza pontos onde a conveniência é o fator decisivo de compra para o cliente.

Carrefour

O Carrefour levou seu formato Express para o metrô de São Paulo ao inaugurar, em 2023, uma unidade de 200 m² na estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela. Em parceria com a Motiva (antigo Grupo CCR), a bandeira de proximidade concluiu o projeto em 30 dias, reforçando a aposta em lojas compactas dentro de malls de transporte.

Para a rede, esse modelo representa uma alternativa estratégica após o encerramento de suas unidades autônomas em condomínios, focando agora em locais de alta circulação.

Fonte: Giro News

Marcas próprias: inovação que transforma portfólio em diferencial competitivo

Marcas próprias: inovação que transforma portfólio em diferencial competitivo

Com foco em saudabilidade, experiência e branding sofisticado, redes varejistas elevam o patamar das marcas exclusivas e conquistam consumidores em busca de valor agregado

Durante anos associadas ao consumo racional, as marcas próprias vivem uma nova fase no varejo brasileiro: a da sofisticação. Em vez de disputar espaço apenas pelo menor preço, o varejo alimentar passou a enxergar nessa estratégia uma oportunidade concreta de inovação, diferenciação de portfólio e conexão com um shopper cada vez mais exigente.

A mudança acompanha uma transformação importante no comportamento de compra. O consumidor atual não busca somente por abastecimento; ele quer propósito, praticidade, saudabilidade e uma experiência de consumo que dialogue com seu estilo de vida. É justamente nessa ocasião que surgem as marcas próprias premium, desenhadas para competir em atributos e percepção de valor, e não apenas em preço.

Para Edmar Mothé, fundador da Bio Mundo, uma marca própria premium nasce da combinação equilibrada entre produto, branding e experiência. “O produto é a base, com ingredientes de qualidade, rastreabilidade, funcionalidade e atributos sustentáveis. O branding traduz isso em valor percebido, por meio de embalagens sofisticadas e identidade bem definida. Já a experiência fecha o ciclo, desde a exposição até o pós-venda. O premium está nessa coerência entre todos os pontos de contato”, explica.

Na prática, isso significa que a gôndola deixa de ser apenas um espaço transacional para se tornar um ambiente de construção de marca. Embalagens mais limpas, narrativas sobre origem dos insumos, certificações e comunicação visual refinada ajudam a posicionar o item exclusivo como uma escolha aspiracional, muitas vezes comparável ou superior às marcas líderes da indústria.

Entre as categorias com maior potencial para esse movimento estão alimentos saudáveis e funcionais, além de snacks, suplementos, cafés especiais, chocolates de origem e refeições prontas de perfil nutritivo. Também avançam nichos ligados à higiene pessoal, cosméticos sustentáveis e produtos com apelo de consumo consciente. Em comum, todas essas frentes entregam algo que o shopper contemporâneo valoriza: benefícios tangíveis somados a uma experiência diferenciada. “São categorias em que o consumidor enxerga valor além do preço, seja por saúde, conveniência, propósito ou exclusividade”, reforça Mothé.

Para o varejista, investir nessa sofisticação representa mais do que ampliar o mix. Significa construir identidade própria, fortalecer margem e reduzir a dependência de comparações diretas entre fornecedores tradicionais. Em um mercado cada vez mais competitivo, a inovação em marcas próprias premium passa a ser não apenas tendência, mas uma estratégia clara de posicionamento e fidelização.

Fonte: Super Varejo

Pague Menos planeja unificar marcas próprias para superar R$ 1 bilhão em vendas

Pague Menos projeta expansão e amplia investimento em marcas próprias

O Supermercados Pague Menos planeja um novo ciclo de crescimento para 2026, com foco na consolidação de sua presença no interior paulista. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Jair de Souza Junior, Diretor Comercial da rede, revela que a empresa prevê a abertura de três unidades ao longo do ano. A meta é reforçar a atuação nas 21 cidades onde já opera.

“O Supermercados Pague Menos possui um plano confirmado de expansão para 2026, alinhado à sua estratégia de crescimento sustentável e fortalecimento regional. A rede encerrou o ano de 2025 com 39 lojas em operação e prevê a inauguração de três novas unidades ao longo de 2026. A estratégia de expansão permanece focada no interior do estado de São Paulo, priorizando mercados com potencial de desenvolvimento e sinergia operacional.”

Marcas exclusivas

A participação das marcas próprias e exclusivas no faturamento total da rede já supera o patamar de 20%. Os produtos das marcas exclusivas, que somam mais de 200 itens ativos, são fabricados integralmente por indústrias parceiras.

Já o portfólio de marca própria conta com a Leve Mais, com cerca de 800 itens ativos, na qual o Supermercados PagueMenos atua de duas formas: operação própria de fabricação, por meio de duas indústrias próprias, frigorífico e central de panificação; e parcerias com indústrias terceiras.

“Nas vendas em marca exclusiva se destacam bazar, mercearia doce, bebida e limpeza. Já em marca própria os itens que se destacam em vendas são açougue, padaria, rotisserie, frios, hortifrúti, laticínios e mercearia doce”, explica o diretor.

Fidelização

Para estimular o consumo desses itens, a varejista aposta em experiências diretas no ponto de venda e campanhas sazonais. O Festival Marcas Exclusivas é um dos principais motores de giro, mas a rede também investe em degustações para promover a experimentação dos produtos.

Jair destaca que o selo de identificação específico usado em gôndola facilita o reconhecimento pelo consumidor e reforça o posicionamento dessas marcas na loja.

“As marcas próprias desempenham um papel estratégico fundamental para o atingimento das metas de crescimento do Supermercados Pague Menos, pois contribuem diretamente para ganho de margem, fidelização do cliente e aumento da competitividade no ponto de venda.”

Lançamentos

As perspectivas para o faturamento deste ano seguem positivas, com projeções alinhadas ao desempenho do mercado varejista paulista. O diretor antecipa que novos produtos estão em fase de prospecção para ampliar a cobertura em categorias com alto potencial de demanda.

“Há previsão de lançamentos e ampliação do portfólio de marcas próprias, alinhados à estratégia de crescimento e diversificação da rede. Paralelamente, encontram-se em fase de prospecção novos produtos, ampliando a atuação da marca em categorias de alto potencial. Esses futuros lançamentos reforçam o compromisso da rede com inovação, fortalecimento das marcas próprias e oferta de produtos competitivos e de qualidade aos clientes”, conclui Jair de Souza Junior.

Fonte: Giro News

Avanço das marcas próprias redefine cadeia de distribuição no país

Avanço das marcas próprias redefine cadeia de distribuição no país

Com avanço consistente no varejo e migração para setores como construção civil, estratégia ganha força como alavanca de margem, posicionamento e competitividade

As marcas próprias seguem ampliando participação no consumo no Brasil e já começam a influenciar a estratégia da indústria. Segundo a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO), o segmento mantém trajetória de crescimento no país, acompanhando um movimento global em que esses produtos já representam mais de 30% das vendas em mercados europeus, de acordo com a PLMA (Private Label Manufacturers Association). No Brasil, a expansão é puxada por um consumidor mais sensível a preço e por empresas que buscam maior controle sobre margem e distribuição.

Em 2025, esse avanço deixou de ser restrito ao varejo alimentar e passou a ganhar espaço em setores como construção civil, ferramentas e bens duráveis. O movimento acompanha um cenário de crédito mais caro e pressão sobre custos, que exige maior eficiência operacional e novas estratégias comerciais.

Gustavo Braz, CEO do Grupo PMD, o crescimento das marcas próprias representa uma mudança estrutural na cadeia. “A marca própria deixou de ser uma alternativa do varejo e passou a ser uma estratégia da indústria. Ela permite controlar melhor a margem, evitar conflito de canal e fortalecer a presença em regiões específicas”, afirma.

A mudança altera a lógica tradicional de relacionamento entre fabricantes e distribuidores. Em vez de disputar espaço com múltiplas marcas dentro do mesmo canal, empresas passam a desenvolver linhas exclusivas ou operar com marcas próprias voltadas a parceiros estratégicos. Isso reduz a concorrência direta e aumenta o engajamento do distribuidor.

“Quando existe exclusividade, o distribuidor passa a defender aquela marca como ativo do negócio. Isso aumenta o giro, melhora a negociação e cria uma relação mais sólida”, diz.

O movimento também responde a um ambiente econômico mais desafiador. Dados da Confederação Nacional da Indústria mostram que 94,2% das empresas industriais brasileiras são de pequeno porte e enfrentaram deterioração nas condições financeiras ao longo de 2025. Nesse contexto, estratégias que ampliam a margem e reduzem a dependência de terceiros ganham relevância.

Na prática, as marcas próprias permitem maior controle sobre preço, posicionamento e portfólio. Empresas passam a ajustar produtos de acordo com demandas regionais, reduzir custos de intermediação e responder com mais agilidade às mudanças de mercado. A lógica deixa de ser apenas volume e passa a ser construção de valor ao longo da cadeia.

Para o consumidor final, o impacto aparece principalmente na ampliação da concorrência. Com mais marcas disponíveis, há pressão sobre preços e maior acesso a produtos com bom custo-benefício. Em setores técnicos, como construção, esse movimento também tem ampliado o acesso a soluções antes restritas a marcas consolidadas.

“O consumidor passa a ter mais opção e mais poder de escolha. Quando a cadeia fica mais eficiente, esse ganho chega na ponta em forma de preço e variedade”, afirma Braz.

Ao mesmo tempo, o avanço das marcas próprias exige maior maturidade das empresas. A construção de marca, mesmo em modelos exclusivos, depende de consistência, qualidade e estratégia de longo prazo. Sem isso, o ganho de margem pode comprometer a percepção de valor.

No cenário atual, o crescimento das marcas próprias deixa de ser uma tendência restrita ao varejo e passa a redesenhar a indústria. Ao integrar produção, marca e distribuição, empresas ampliam controle sobre a operação e ganham competitividade em um ambiente mais pressionado e seletivo.

Marcas próprias avançam 15,6 vezes mais que marcas tradicionais em unidades

Marca própria supera 50% de share em mercados europeus

A Espanha lidera presença das marcas do varejo, com 59% de participação de mercado; a Holanda, a Alemanha, o Reino Unido e a França completam “top 5”

Os produtos de marca própria do varejo superaram pela primeira vez os 50% de participação de mercado nos seis maiores mercados europeus: França, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha e Reino Unido. Com a alta da inflação em todo o mundo e temores devido à guerra no Oriente Médio, os consumidores aceleraram seu movimento rumo a produtos de melhor relação custo/benefício – e as marcas próprias saíram ganhando.

De acordo com dados recentes da Circana, a Espanha é o país europeu onde as marcas próprias têm maior penetração, com 59% de market share. A seguir vêm Holanda (56%), Alemanha (52%), Reino Unido (50%) e França (46%), mostrando que esse é um fenômeno presente nos mercados mais relevantes da Europa Ocidental. Na Itália, as marcas próprias têm um share de 36%, refletindo um grau diferente de maturidade.

Para a Circana, embora existam razões conjunturais para o crescimento recente, o movimento de expansão das marcas próprias é estrutural no mercado europeu. A melhora na qualidade dos produtos, a ampliação do sortimento e a entrada em segmentos de maior valor agregado reforçaram os atrativos das marcas próprias frente às marcas tradicionais.

Com isso, as marcas próprias têm deixado de competir exclusivamente em preço, passando a incorporar atributos vinculados à saúde, conveniência ou novas tendências de consumo, como linhas premium, produtos funcionais e itens adaptados a dietas específicas. “As marcas próprias se consolidaram como alternativas confiáveis e completas para os consumidores”, afirma Ananda Roy, VP Sênior de Strategic Growth Insights da Circana.

Fonte: Super Hiper

Imec moderniza supermercados com expansão de marcas próprias

Imec moderniza supermercados com expansão de marcas próprias

Rede atua em cinco regiões do RS com 32 unidades entre atacado e varejo. Projeto para 2026 inclui melhorias nas lojas já consolidadas

O Grupo Imec reposicionou sua operação para alinhar a estrutura ao novo perfil do consumidor gaúcho, que prioriza bem-estar e conveniência. A unidade do centro de Lajeado recebeu investimentos na área de saudabilidade, que agora concentra mais de mil itens voltados à alimentação equilibrada, integrando opções saudáveis à rotina de compras de forma acessível.

A rede opera 32 unidades entre supermercados e atacarejos, distribuídas em cinco regiões estratégicas do Rio Grande do Sul: Vale do Rio Pardo, Vale do Taquari, Serra, Região Metropolitana e Litoral. Cerca de 70% do mix de produtos comercializados saem do CD de Lajeado e incluem as marcas próprias como Italianinho e Líder do Sul. Para 2026, o planejamento do grupo foca na modernização e melhoria de lojas já consolidadas.

Segundo o CEO do grupo, Fabiano Pivotto, a estratégia facilita a busca por produtos que entreguem qualidade de vida sem abrir mão da praticidade. O gerente Fabiano Siebert reforça que a mudança no comportamento de consumo exige que o varejo atue como facilitador de escolhas no dia a dia.

Um dos pilares da renovação é o setor de frutas, legumes e verduras (FLV), que teve o sortimento ampliado para incluir soluções prontas para o consumo. Em Lajeado, a unidade impactada é considerada um polo de referência, registrando fluxo superior a 50 mil pessoas e concentrando 30% do atendimento da rede no município.

Fonte: A Hora

Marcas próprias: oportunidade estratégica para o varejo brasileiro

Inflação, renda comprimida, entre outros fatores, têm aberto espaço para que supermercados ampliem margem e o protagonismo nas gôndolas, por meio de produtos exclusivos

As marcas próprias deixaram de ser um recurso tático de preço para se consolidarem como uma das agendas mais estratégicas do varejo global. O avanço já é consistente em mercados maduros e ganha tração acelerada em países de maior instabilidade econômica, como o Brasil, onde inflação persistente, perda de poder de compra e mudança no comportamento do consumidor criam um terreno especialmente favorável para esse modelo.

Para Edison Edwin, especialista em gestão empresarial pela PUC-Rio, o cenário macroeconômico explica boa parte dessa aceleração. “Quando a inflação sobe e a renda fica pressionada, o consumidor reconfigura a lógica de compra. Ele reduz a fidelidade a marcas tradicionais e passa a testar alternativas que entreguem custo-benefício mais racional. Nesse contexto, a marca própria ganha experimentação e, quando a qualidade corresponde, conquista permanência”, analisa.

O movimento é reforçado por uma transformação silenciosa, mas decisiva: a lealdade histórica às marcas líderes já não é tão automática. Levantamento recente da Kantar mostra que o consumidor brasileiro está mais criterioso e estratégico, ampliando volume por visita ao ponto de venda, mas escolhendo com mais seletividade aquilo que coloca no carrinho. Isso favorece produtos que unem preço competitivo, confiança no varejista e percepção de equivalência em qualidade.

Mas nem todos os players conseguem converter esse ambiente em ganho de participação. Segundo Edwin, a diferença entre os varejistas que escalam e os que ficam pelo caminho está na forma como tratam a marca própria dentro da operação. “Quem cresce entende que não é um complemento de mix, e sim uma estratégia central de negócio. Isso exige qualidade consistente, controle rigoroso, cadeia de suprimentos eficiente, leitura de dados e clareza de posicionamento. Sem essa disciplina, a experimentação acontece, mas a recompra não”, afirma.

Na prática, os líderes do segmento trabalham portfólio com precisão cirúrgica, desenvolvem embalagens alinhadas ao público, mantêm disponibilidade nas lojas e evitam a percepção de produto inferior, erro ainda comum em operações que enxergam a categoria apenas como instrumento promocional.

O potencial é expressivo porque o Brasil ainda está distante de mercados em que as marcas próprias representam fatias muito mais robustas do consumo cotidiano. Isso significa que há uma “avenida aberta”, não apenas para conquistar consumidores pressionados economicamente, mas também para transformar confiança em margem e fidelização.

Fonte: Super Varejo

BH e DMA Distribuidora unem operações e passam a somar 600 lojas

O Supermercados BH anunciou a assinatura de um acordo comercial com a DMA Distribuidora, que possui as bandeiras Epa e Mineirão Atacarejo. O contrato envolve a integração de operações nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

“A operação representa um movimento estratégico relevante para ambas as companhias e, uma vez concluída, permitirá ao Supermercados BH ampliar significativamente sua presença, passando a contar com aproximadamente 600 lojas, além de centros de distribuição e postos de combustíveis”, afirma a rede.

Ganho de escala

Segundo as empresas, a união tem como objetivo potencializar ganhos de escala, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a capacidade de atendimento ao consumidor, com foco em melhoria da experiência de compra, ampliação do sortimento e otimização da logística.

A conclusão da transação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além do cumprimento das condições estabelecidas no acordo.

Fonte: GiroNews

Fort Atacadista investe R$ 50 milhões na 1ª loja em Novo Hamburgo (RS)

Fort Atacadista atinge 75 unidades no país

O Fort Atacadista inaugura sua segunda unidade em São Bento do Sul, no Norte catarinense. Com área de vendas de 2.427,07 metros quadrados, a loja contará com 18 checkouts, seis self checkouts e operações de padaria, cafeteria e Açougue Carne Fresca.

O novo Fort São Bento, que é a 189ª unidade de negócio do Grupo Pereira no Brasil, também terá uma adega com cerca de 300 rótulos de vinhos. Com a abertura, a rede chega à marca de 75 operações, sendo a 44ª em território catarinense.

Ainda no mês de maio, está prevista uma nova loja do Fort Atacadista na cidade de Chapecó, a partir da conversão de um Combatt Atacadista, que pertencia ao Grupo Celeiro e foi comprado pelo Grupo Pereira.

Fonte: GiroNews